quinta-feira, 1 de março de 2012
Projetos que apoiam a biodiversidade da América Latina
O
Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)
mais que dobrou nos últimos anos sua carteira de projetos nas áreas de mudança
climática, de biodiversidade e conservação do solo e de águas internacionais
O BID ajudou países da América Latina e do Caribe a obter US$ 70 milhões em projetos que serão financiados com doações do GEF, um mecanismo financeiro criado em 1991 para financiar projetos relacionados ao meio ambiente. Atualmente, o BID tem em execução US$ 55 milhões em projetos financiados pelo GEF.
A demanda por projetos que protejam o meio ambiente e promovam o desenvolvimento sustentável vem aumentando na última década, conforme os países expandem sua atividade econômica em setores como turismo, agricultura, energia e transporte. O BID e o GEF representam uma fonte importante para o meio ambiente na América latina.
As principais causas da perda de biodiversidade
o ser humano esta acabando com a diversidade no planeta por
muitas vezes motivos egoístas e as vezes ilegais sem pensar nas próprias gerações
ou nas conseqüências que isso trará no futuro
Entre as
principais causas da perda de biodiversidade, podemos citar:
- Destruição e diminuição dos
hábitats naturais;
- Introdução de espécies exóticas e invasoras;
- Exploração excessiva de espécies animais e vegetais;
- Caça e pesca sem critérios;
- Tráfico da fauna e flora silvestres;
- Poluição do solo, água e atmosfera;
- Ampliação desordenada das fronteiras agropecuárias dentro de áreas nativas;
- Mudanças climáticas e aquecimento global.
- Introdução de espécies exóticas e invasoras;
- Exploração excessiva de espécies animais e vegetais;
- Caça e pesca sem critérios;
- Tráfico da fauna e flora silvestres;
- Poluição do solo, água e atmosfera;
- Ampliação desordenada das fronteiras agropecuárias dentro de áreas nativas;
- Mudanças climáticas e aquecimento global.
Exploração da biodiversidade na América latina
A perda, fragmentação e degradação dos habitats naturais estão entre os principais fatores de perda de biodiversidade. Mais de 50% das áreas úmidas do planeta foram perdidas nos últimos 100 anos, principalmente pelo avanço da agricultura. No Rio Grande do Sul, o principal fator é a expansão das lavouras de arroz. Por outro lado, as áreas agrícolas podem contribuir para a conservação de habitats e espécies. Os arrozais podem desempenhar um papel de suplementação dos recursos utilizados por muitas espécies de aves aquáticas, uma vez que são áreas úmidas temporárias. Alguns dos objetivos do projeto são descrever e comparar os padrões de composição e abundância da assembléia de aves aquáticas ao longo do ciclo anual em arrozais e em áreas naturais e analisar o efeito da presença de água nas lavouras de arroz na fase pós-colheita, sobre os padrões de composição e abundância. Foram estudados, na zona costeira do Rio Grande do Sul quatro remanescentes de áreas úmidas, seis arrozais drenados no período pós-colheita e quatro arrozais mantidos com água. Os remanescentes de áreas úmidas apresentaram maior riqueza de espécies que as lavouras de arroz e um padrão de flutuação sazonal diferente do encontrado nas lavouras ao longo do ciclo de cultivo. Entre as lavouras, aquelas mantidas com água no período pós-colheita abrigaram uma maior riqueza e abundância de aves. Os ecossistemas agrícolas são capazes de proteger uma fração expressiva da biodiversidade regional. Além disso, os arrozais não são substitutos dos remanescentes naturais na conservação da biodiversidade e as decisões de manejo das lavouras influenciam a capacidade das áreas agrícolas de conservar a biodiversidade.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Exploração Da madeira!
Exploração de Madeira
O registro da exploração de madeira é uma das mais proeminentes e mais conhecidas formas de degradação e destruição da floresta. Apesar da melhoria nas técnicas de madeira e conscientização internacional e preocupação com as florestas tropicais, insustentável exploração madeireira de florestas húmidas tropicais continuam - no qual muitas delas são praticadas ilegalmente por sindicatos criminosos.
No final dos anos 1990, após esgotar muito das suas próprias existências de madeira, companhias asiáticas madeireiras começaram agressivamente em movimento em áreas da floresta, incluindo nordeste da América do Sul (Guiana Suriname); a Amazônia brasileira; Bacia do Congo da África Central; o Pacífico Sul, em especial as Ilhas Salomão e Papuá-Nova Guiné; e América Central. Empresa madeireira chinesas tem sido particularmente ativa, após o governo ter proibido exploração doméstica em grande parte do país na seqüência das catastróficas inundações em 1998. Com uma construção estrondosa abastecimento a demanda de madeira, a China foi recentemente ligada à exploração madeireira na África, na Amazônia, na Birmânia, e na Indonésia África, Amazonas, Burma, and Indonésia.
O registro da exploração de madeira é uma das mais proeminentes e mais conhecidas formas de degradação e destruição da floresta. Apesar da melhoria nas técnicas de madeira e conscientização internacional e preocupação com as florestas tropicais, insustentável exploração madeireira de florestas húmidas tropicais continuam - no qual muitas delas são praticadas ilegalmente por sindicatos criminosos.
No final dos anos 1990, após esgotar muito das suas próprias existências de madeira, companhias asiáticas madeireiras começaram agressivamente em movimento em áreas da floresta, incluindo nordeste da América do Sul (Guiana Suriname); a Amazônia brasileira; Bacia do Congo da África Central; o Pacífico Sul, em especial as Ilhas Salomão e Papuá-Nova Guiné; e América Central. Empresa madeireira chinesas tem sido particularmente ativa, após o governo ter proibido exploração doméstica em grande parte do país na seqüência das catastróficas inundações em 1998. Com uma construção estrondosa abastecimento a demanda de madeira, a China foi recentemente ligada à exploração madeireira na África, na Amazônia, na Birmânia, e na Indonésia África, Amazonas, Burma, and Indonésia.
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